domingo, 5 de junho de 2011

O menino parou de sonhar, está realizando.

O volume do desejo evolui
A cada sorriso contribuído.
O controle dos sentidos
Não vale mais a pena.
Deixar fluir e restaurar as almas
foi a melhor fraqueza ou certeza.

Todos os calafrios
Não foram em vão,
O arrepio de cada pêlo
Foi necessário sendo simplesmente
por uma imagem cravada na memória.

Agora, de frente pra TV
sinto uma sensação nostálgica
Um desejo sufocante
A falta de ar me faz suar.
Te tenho em palavras, mas pra o suor acabar ou continuar preciso beber do seu!

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