sábado, 15 de janeiro de 2011

Ânsia dramática

É febre de dor,
de amor.
Febre de medo,
de interior.
Febre de sentimentos corrosivos,
de lástimas instigantes.

Não há remédio que cure a não ser os pés no chão.
Não há dor que suma se não for eliminada mentalmente.

Dor, amor, medo, remédio, chão!
No fim tudo morre e as vezes renascem, AS VEZES.

00:30, gelada, desce a lágrima que joga fora as palavras que nunca te direi. Ou direi em outras lágrimas em outros olhares.
Não consigo engolir, a garganta fechou e meu temor só faz crescer.

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